Quem sou Eu?

           Eu nasci em 1979 em uma cidade chamada Mogi das Cruzes, no estado de São Paulo e desde pequeno tenho inclinações artísticas. Me lembro de querer aprender teclado em uma escola e desistir porque o professor me cobrava de aprender partitura e o que eu queria era tocar. Pouco tempo depois, entrei em outra escola pra aprender bateria e tive o mesmo problema.

           

           Acabou que aos quinze anos, arrumei um violão emprestado com uma tia e aprendi a tocar sozinho.

Algum tempo depois, eu estava tocando guitarra em uma banda e mais tarde, fazendo pequenos shows em bares e choperias da cidade, tocando o que eu mais gostava: Blues!

 

           Passei um tempo tocando em dupla até formar minha primeira banda, a Black Train Blues Band, com quem tive o prazer de dividir o palco com alguns dos maiores nomes do blues nacional, como Marcos Ottaviano, Flávio Guimarães e Nuno Mindelis, pra citar alguns.

 

           O tempo passou, o cenário nacional do blues me venceu e em 2004 eu fui tocar música pop em uma banda conhecida aqui em Mogi, a Band It. Foi lá que eu conheci a mulher da minha vida e atual esposa, Bianca.

 

           Desde 2001 também, eu comecei a dar aulas de guitarra na Underground, uma escola de música, onde fiquei até 2013.

 

           A época em que eu toquei na Band It, foi provavelmente a época mais ocupada da minha vida. Eu tinha 23 anos, tocava todos os finais de semana, estudava música em São Paulo e tinha mais de noventa alunos, entre a Underground e o Pueri Domus de Arujá. A loucura era tanta, que eu já não tinha mais nenhum prazer em pegar a guitarra para me divertir, coisa que eu fazia antes.

 

           Foi quando eu decidi que precisava de um hobbie novo. No final de 2005, depois de descobrir sozinho como funcionava um truque de cartas que o David Blaine fazia em um dos especiais dele, eu entrei nesse caminho sem volta que é a mágica.

Comecei a me apresentar profissionalmente em alguns eventos particulares já em 2007, ano em que eu também formei, junto com o Leandro Marzagão, a Close-Up Business, uma empresa de palestras que juntava ilusionismo e marketing. Foi o Leandro que me convenceu a participar como competidor no meu primeiro congresso de mágica, o Magic In Rio, que aconteceu no Rio de Janeiro em 2008.

 

           Com apenas três anos nesse universo, competi e fiquei em terceiro lugar na categoria mágica de proximidade (close-up) e então percebi que talvez levasse jeito para a coisa.

 

           No ano seguinte, competi em outro congresso, o Encontro Mundial de Mágicos, que aconteceu em Belo Horizonte, MG. Dessa vez peguei o segundo lugar em cartomagia (Mágica com Cartas) e terceiro lugar em Invenções e aprimoramentos.

Pouco tempo depois, sentia que àquela altura da minha vida, nem a mágica ou a música estavam dando o retorno que eu esperava, tanto financeira quanto artisticamente, então decidi mudar de rumo e entrei para uma faculdade de Direito que eu conclui em 2014.

 

           Só que entre minha matrícula e minha conclusão, muita coisa aconteceu.

 

           Já em 2010 eu e Bianca criamos um projeto de música acústica para casamentos que tem sido minha principal atividade profissional até os dias de hoje, em 2020. Com ele, viajei o Brasil e já toquei em centenas de casamentos. Você  pode conhecer nosso trabalho AQUI.

 

           Como a música estava me sustentando, eu pude concentrar minhas energias na mágica em criar, que era o que me dava mais prazer. 

 

           Desde que comecei na mágica, havia alguns sites internacionais de comercialização de efeitos e técnicas mágicas que sempre me inspiraram. Entre eles, estava o site dos irmãos Dan e Dave Buck, um dos redutos de maior prestígio no meio mágico mundial e que contava com material de mágicos de renome do mundo todo. Nenhum desses sites contava com material publicado por brasileiros. Então, decidi que essa seria minha meta.

 

           Esses sites todos contavam com uma curadoria acirrada e todo material postado neles tinha um valor de produção altíssimo. Então, o desafio não seria fácil.

 

           Depois de muita dedicação, em Maio de 2014, lancei minha primeira técnica original, o Peregrine Pass, no site dos irmãos Buck e me tornei o primeiro brasileiro a publicar uma técnica original em um site internacional de comercialização de materiais mágicos.

 

           Peregrine Pass era uma técnica inovadora e resolvia um problema muito antigo de controle de cartas na cartomagia de mesa e por isso recebeu o elogio de nomes importantíssimos no cenário mundial da mágica como Pit Hartling, Richard Kaufman, Daniel Madison e Jason England.

 

           Essa foi a porta que se abriu para uma série de outros efeitos e técnicas originais como The Cloak, Insight e Burn que eu publiquei nos anos seguintes com os irmãos Buck no site Art of Magic e posteriormente no site Vanishing Inc. de Joshua Jay e Andy Gladwin.

 

           Em 2016 eu fui convidado pelos irmãos Buck para gravar minha conferência A Ilusão da Impossibilidade em San Diego na California, onde eu também fui entrevistado por Elliott Terral para participar da gravação de um dos mais importantes podcasts de mágica no mundo, o Magical Thinking. Elliott também me convidou para compor a trilha sonora que abre o Podcast e você pode ouvir minha participação AQUI.

 

           Todo meu material pode ser encontrado para venda AQUI. Até hoje, em 2020, eu ainda sou um dos pouquíssimos brasileiros com material original publicado em sites de mágica internacionais.

           

           Também em 2016 eu recebi um email me avisando que eu havia sido nomeado para o prêmio Allan Slaight Awards na categoria International Rising Star, prêmio que eu não ganhei :P

 

           Ao longo dos últimos anos eu fui convidado a participar de diversos outros podcasts, entre eles o The Insider, apresentado por Damian Jennings que você pode ouvir AQUI, o fabuloso Perspectivas Mágicas, apresentado por Juan Araújo e Alejandro Muniz que você pode ouvir AQUI e o podcast Ciência no Velho Oeste, da Universidade Federal do Pampa, que você pode ouvir AQUI.

 

           Uma das minhas paixões é o desenvolvimento de teorias e ideias que possam contribuir com o desenvolvimento da arte mágica. Uma dessas teorias, ainda em fase de elaboração, me levou a ser convidado a palestrar na terceira jornada do InterPSI da USP em 2018.

 

           Outra coisa que sempre me move é o papel que a mágica tem na investigação de fenômenos paranormais e eventos inexplicáveis. Então, no início de 2020 eu decidi condensar alguns desses pensamentos em um podcast. A primeira temporada está toda disponível nas principais plataformas e você pode ouvi-lo AQUI.

 

           Desde que eu percebi que precisava ter um  material gráfico e audiovisual de qualidade, decidi que para suprir meus desejos eu mesmo teria que criá-lo. Então, ao longo dos anos eu também me dediquei a produzir por conta própria não só minha identidade visual, mas também todo material audiovisual e trilhas sonoras. Isso deu origem a uma pequena produtora chamada A.Maze Film Lab e você pode conferir outros trabalhos produzidos por mim AQUI.

 

           A produção da A.Maze me fez adquirir uma paixão enorme pela fotografia e você pode ver alguns de meus trabalhos AQUI.

 

           Eu não tenho pressa pra nada e uma das coisas que mais me motiva é um apreço muito grande pela qualidade das coisas que eu consumo. Então, eu sou aquele louco que torra o próprio café e faz o próprio pão de fermentação natural. Mas quem é que quer ser normal?

 

           Em maio de 2020 nasceu minha primeira filha, que tem me motivado mais ainda a ser uma pessoa melhor a cada dia. Não sei se vou conseguir, mas vou continuar tentando!

 

           Abaixo, você pode conferir algumas palavras ditas sobre o meu material vindas de pessoas que carregam uma importância muito grande no cenário mágico mundial.

 


 

     Sobre o Peregrine Pass:

 

 

            “Não é sempre que nos deparamos com uma técnica secreta que parece autêntica quando comparada ao movimento natural sendo feito, neste caso, recolher as cartas da mesa. Com o Peregrine Pass, o que acontece “por trás das câmeras”, quando comparado com a performance real é como dia e noite. Isso é prestidigitação no seu melhor!” – dananddave.com

 

 

           “Há muito poucos ‘passes de mesa’ em existência. O mágico quase sempre tem que manipular a carta selecionada antes ou depois de abrir o baralho em faixa na mesa. Daniel Prado criou uma técnica que permite que você faça o ‘trabalho sujo’ sob a cobertura de uma ação muito mais natural e ampla, o que sempre é uma coisa boa. Se você faz cartomagia de mesa (e deveria!), o Peregrine Pass de Prado é sutil, engana e é uma útil adição ao seu arsenal de habilidades.” – Jason England, Estados Unidos

 

 

           “Estava tudo feito, e eu ainda estava esperando pelo movimento! Eu diria que o Peregrine Pass parece maravilhoso – exceto pelo fato de que não há nada pra ver!”– Pit Hartling, Alemanha.

 

 

           “Um movimento incrível que qualquer cartomago que pratica cartomagia de mesa deveria ter em seu arsenal de habilidades” – Richard Kaufman, EUA, editor da Genii Magazine.

 

    Sobre The Cloak:

 

 

           “Daniel Prado, inventou uma das melhores e mais mágicas versões do venerável Tent Vanish. Eu sou apaixonado pelo número ‘Open Travellers’ ou ‘Ases Invisíveis’ e eu vejo perfeitamente como a criação de Daniel fará estas rotinas ainda mais memoráveis. Para todos os cartomagos, isto é realmente digno de sua atenção” – Michael Vincent, Inglaterra.

 

 

           “The Cloak permite o impossível: Invisibilidade!” dananddave.com

 

 

           “The Cloak é realmente muito bom! Arthur Finlay [criador do Tent Vanish] ficaria orgulhoso!” Lee Asher, EUA.

 

  

    Sobre Insight

 

 

           “Daniel pegou um efeito clássico de Dai Vernon e transformou em algo que eu realmente irei fazer! Engana tanto que eu realmente achei que ele fosse capaz de controlar mentes!” – Mark Calabrese, EUA

 

 

           “Insight é tão justo e aberto que o final me deixou completamente impressionado! Eu não faço a menor ideia de como isso é feito!” Jeremy Griffith, EUA

 

   

           “Daniel Prado nos deu sua interpretação pessoal do clássico ‘Out of Sight, Out of Mind’ de Dai Vernon. Sua apresentação e execução uma forte sensação e uma impressão psicológica para o espectador que passa pela experiência. Eles sairão dela com a certeza de que ele é realmente capaz de ler suas mentes” - Michael Vincent, Inglaterra.